PORTUGAL

REPUBLICA PORTUGUESA

276.000 mil milhões USD

92.090 Km2

  • 868

    Condado Portucalense

  • 1128

    Batalha de São Mamede

  • 1139

    Batalha de Ourique
    D. Afonso Henriques é aclamado Rei
    Nasce Portugal

  • 1143

    Assinado Tratado de Zamora
    Leão e Castela reconhece Portugal

  • 1147

    Conquista de Lisboa

  • 1249

    D. Afonso III Conquista o Algarve
    e passa a ser Rei de Portugal e dos Algarves

  • 1254

    Realizadas Cortes em Leiria

  • 1290

    Em vez de Latim é adoptada a lingua vulgar,
    Galego-Português, como Lingua Oficial do Reino

  • 1297

    Tratado de Alcanizes
    São fixados os limites Fronteiriços

  • 1386

    Tratado de Windsor é celebrado depois de
    D. Nuno Alvares Pereira, O Condestavel,
    liderar o exército Português na batalha de Aljubarrota

Os Descobrimentos

  • 1415

    D. João I Conquista Ceuta
    Começa o Expansionismo Português

  • 1419

    O Infante D. Henrique envia os seus
    Navegores e explora a costa de Africa.
    Chegam ao arquipélago da Madeira

  • 1431

    Gonçalo Velho chega à ilha de
    Santa Maria

  • 1434

    Gil Eanes dobra o Cabo Bojador

  • 1488

    Bartolomeu Dias dobrou o
    Cabo da Boa Esperança

  • 1492

    Cristóvão Colombo Chega à America

  • 1494

    O Tratado de Tordesilhas divide
    o Mundo em dois
    A Leste para Portugal a Oeste para a Espanha

  • 1498

    Vasco da Gama Chegou à India

  • 1500

    Na segunda viagem à India, Pedro Alvares
    Cabral
    Chega ao Brasil

  • 1557

    A China autoriza Os Portugueses a
    Estabelecerem-se em Macau.

  • 1572

    Luis de Camões publica “Os Lusiadas”

D. Sebastião e os Espanhois

  • 1580

    D. Sebastião morre na batalha de Alcacer Quibir e D. Filipe II de Espanha reclama o Trono Português

  • 1581

    Filipe II convoca as cortes de Tomar e depois de se comprometer a manter a lingua, as leis e os cargos nas mãos de Portugueses, foi coroado Rei de Portugal.
    Começa a dinastia filipina com D. Filipe I, Rei de Portugal.

  • 1640

    60 Anos de dominio Espanhol, culminaram numa revolução feita pela nobreza.
    Com o apoio do povo, D. João, duque de Bragança, foi aclamado Rei de Portugal.
    Começava a dinastia de Bragança.

Em 1580, após a morte do rei D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir sem descendentes, Portugal enfrentou uma grave crise dinástica.
Três netos de D. Manuel I de Portugal reclamavam o trono:
Catarina, duquesa de Bragança
António, Prior do Crato
Filipe II de Espanha
Em Julho D. António foi aclamado rei pelo povo de Santarém, mas um mês depois Filipe II, apoiado pelo Conselho de Governadores e parte da aristocracia portuguesa, entrou no país e derrotou-o na batalha de Alcântara.

60 Anos de dominio Espanhol, com Portugal a partilhar o fardo financeiro das guerras de Espanha.
Tudo acabou numa revolução feita pela nobreza e burguesia em 1 de Dezembro de 1640.
Com o apoio do povo, o duque de Bragança foi proclamado Rei de Portugal e começa a Dinastia de Bragança com D. João IV.

A descoberta de ouro e pedras preciosas no Brasil fazem do Rei D. João V um dos mais ricos monarcas da Europa.
No seu reinado de 43 anos viu-se envolvido em várias guerras. A batalha de Almansa, a Guerra da Sucessão Espanhola, combates em Africa, na América e Asia entre outras.
A partir de 1730 o Reino entra num periodo de estagnação e começa o declinio do Império.
A 1 de Novembro de 1755 deu-se o grande terramoto de Lisboa que destroi quase toda a cidade.
O Primeiro Ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, Iniciou uma rápida reconstrução da baixa Lisboeta.
Reformou a administração, a economia e a educação. Foi um dos responsáveis pela expulsão dos Jesuitas.
O processo dos Távora mostrou a sua Rigidez e Crueldade.
D. Maria I sucede a D. José I e depõe o Marquês de Pombal.
Fundou a Real Casa Pia de Lisboa, destinada à educação de orfãos e a recuperar pelo trabalho vadios e mendigos

Com o século XIX vieram as invasões Francesas e a fuga da familia real para o Brasil.
O Reino Unido de Portugal do Brasil e dos Algarves passa a ter a sua Capital no Rio de Janeiro.
Em 1801, Espanha e França invadem Portugal e perde-se Olivença na Guerra das Laranjas que durou menos de um mês.
A paz foi obtida com o tratado de Badajoz entre Portugal e a Espanha e o tratado de Madrid entre Portugal e a França.
O Tratado de Fontainebleau em 1807, prevê a conquista e partilha de Portugal com Napoleão a planear apoderar-se do Brasil e das Colónias Espanholas.
O general Junot apoiado por três corpos do exército Espanhol invadem Portugal e chegam a Lisboa a 1 de Dezembro de 1807. Derrotado em Roliça e no Vimeiro, Assina um armisticio que lhe permite abandonar Portugal em navios Britânicos com as tropas e o saque.
O marechal Soult é o comandante da segunda invasão francesa mas os portugueses com a ajuda das tropas Inglesas, comandadas pelo general Wellesley obrigam os franceses a retirar com pesadas baixas.
As pretensões francesas continuam com a terceira invasão comandada pelo marechal Massena que se inicia em julho de 1810 e se iria prolongar até abril de 1811.
Os franceses retiraram do território português com baixas de cerca de 25.000 homens, mais de 1/3 do contingente invasor.

Portugal é governado por uma Regência militar Britânica que pouco agradava aos portugueses.
Em 1820 rebenta uma revolução no Porto com o objectivo de convocar Cortes que dessem a Portugal uma constituição.
D. João VI nomeia o seu filho D. Pedro Regente e volta a Portugal em 1821 e a constituição é aprovada em 1822. Ao mesmo tempo seu filho, D. Pedro proclama a indepência do Brasil.
D. João VI morre e D. Pedro, então imperador do Brasil, volta a Portugal e é coroado Rei.
Em 1826 abdica do trono para a sua filha menor, D. Maria e fica D. Miguel na regência até à sua maior idade.
Anula a constituição depondo a monarquia contitucional de D. Maria e é coroado Rei como D. Miguel I.

D. Pedro IV abdica do trono no Brasil a favor de seu filho e volta a portugal para afastar o seu irmão D. Miguel I do trono.
As derrotas sucessivas de D. Miguel obrigam-no a abandonar e a permitir a restauração da monarquia constitucional e o trono a D. Maria II.
D. Pedro V sucede à sua mãe e começa um periodo em que Portugal foi um modelo de monarquia constitucional.
Os movimentos republicanos ganhavam força na cena politica.